Dia Nacional do Grafite - Para marcar a data da morte do Grafiteiro, artista gráfico, pintor, desenhista, cenógrafo e gravador etíope-brasileiro de origem italiana, Alex (Alessandro) Vallauri, que faleceu em 27/03/1987 e foi pioneiro na arte do grafite no Brasil, com suas pinturas em muros urbanos, visto que ele sempre acreditou no grafite como a forma de comunicação mais próxima do seu ideário de arte para todos, além de ele também ter se valido de outros suportes, estampando camisetas, bottons e adesivos.
Vallauri, Alex (1949-1987) Biografia
Alex Vallauri (Asmara Etiópia 1949 - São Paulo SP 1987). Grafiteiro, artista gráfico, gravador, pintor, desenhista e cenógrafo. Chega ao Brasil em 1965 e estabelece-se em Santos, SP, transferindo-se depois para a capital paulista. Ainda em Santos, inicia-se em xilogravura e é premiado no Salão de Arte Jovem, em 1968. Em 1970, expõe individualmente na Associação Amigos do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. No ano seguinte, forma-se em comunicação visual pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP e, dois anos depois, torna-se professor de Desenho de Observação e Livre Expressão da mesma escola. Especializa-se em litografia no Litho Art Center de Estocolomo, Suécia, em 1975. A partir de 1978, de volta ao Brasil, realiza grafites e trabalha com ste ncils em São Paulo. Realiza individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pesp em 1981. Vive em Nova York, onde cursa artes gráficas no Pratt Institute, entre 1982 e 1983. Participa da Bienal Internacional de São Paulo em 1971, 1977, 1981 e 1985, quando mostra a série A Rainha do Frango Assado, tema de instalação neste último evento. Em 1988, sua obra é tema da retrospectiva Viva Vallauri, realizada no Museu da Imagem e do Som - MIS, em São Paulo.
Alex Vallauri chega ao Brasil em 1965 e estabelece-se em Santos. Nessa época, produz registros gráficos de alto contraste, cujos temas são personagens do porto, como estivadores e prostitutas.
Na década de 1970, já em São Paulo, Vallauri desenvolve uma linguagem gráfica evocativa da Pop Art, elaborando xilogravuras de grandes dimensões que ganham o espaço público, como Boca com Alfinete (1973), de evidente teor político. Objetos e o corpo humano - ou fragmentos dele - são temas privilegiados dessas intervenções.
A partir de fins dessa década, e dando continuidade à mesma exploração de uma iconografia que remete à cultura de massa dos anos 1950, adota o graffiti como linguagem, concebendo personagens que remetem àqueles das histórias em quadrinhos e, em especial, às pin-ups. O stencil é largamente empregado (são moldes de papelão, como máscaras, que recebem tinta em spray). Também se apropria de figuras conhecidas das histórias em quadrinhos, como o personagem Mandrake, de Lee Falk. As imagens são transferidas para o papel e ganham o espaço da arte postal e dos livros de artista.
Alex Vallauri (Asmara Etiópia 1949 - São Paulo SP 1987). Grafiteiro, artista gráfico, gravador, pintor, desenhista e cenógrafo. Chega ao Brasil em 1965 e estabelece-se em Santos, SP, transferindo-se depois para a capital paulista. Ainda em Santos, inicia-se em xilogravura e é premiado no Salão de Arte Jovem, em 1968. Em 1970, expõe individualmente na Associação Amigos do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. No ano seguinte, forma-se em comunicação visual pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP e, dois anos depois, torna-se professor de Desenho de Observação e Livre Expressão da mesma escola. Especializa-se em litografia no Litho Art Center de Estocolomo, Suécia, em 1975. A partir de 1978, de volta ao Brasil, realiza grafites e trabalha com ste ncils em São Paulo. Realiza individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pesp em 1981. Vive em Nova York, onde cursa artes gráficas no Pratt Institute, entre 1982 e 1983. Participa da Bienal Internacional de São Paulo em 1971, 1977, 1981 e 1985, quando mostra a série A Rainha do Frango Assado, tema de instalação neste último evento. Em 1988, sua obra é tema da retrospectiva Viva Vallauri, realizada no Museu da Imagem e do Som - MIS, em São Paulo.
Alex Vallauri chega ao Brasil em 1965 e estabelece-se em Santos. Nessa época, produz registros gráficos de alto contraste, cujos temas são personagens do porto, como estivadores e prostitutas.
Na década de 1970, já em São Paulo, Vallauri desenvolve uma linguagem gráfica evocativa da Pop Art, elaborando xilogravuras de grandes dimensões que ganham o espaço público, como Boca com Alfinete (1973), de evidente teor político. Objetos e o corpo humano - ou fragmentos dele - são temas privilegiados dessas intervenções.
A partir de fins dessa década, e dando continuidade à mesma exploração de uma iconografia que remete à cultura de massa dos anos 1950, adota o graffiti como linguagem, concebendo personagens que remetem àqueles das histórias em quadrinhos e, em especial, às pin-ups. O stencil é largamente empregado (são moldes de papelão, como máscaras, que recebem tinta em spray). Também se apropria de figuras conhecidas das histórias em quadrinhos, como o personagem Mandrake, de Lee Falk. As imagens são transferidas para o papel e ganham o espaço da arte postal e dos livros de artista.
Obras:
Fonte: datasdodia.net / Google
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